sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

UMA FAMÍLIA FIRMADA NA ROCHA - PARTE FINAL
Temos estudado, nestas duas semanas, sobre a importância de construir a casa sobre a Rocha, pois só assim ela será uma casa estável. Você compreendeu a importância de conquistar a sua própria casa, colocando em prática o Princípio que você tem ouvido, pois o homem que ouve e pratica é chamado por Deus de homem sábio, prudente. Neste último estudo, aprenderemos a suportar a chuva e os ventos no relacionamento. Se sua casa, verdadeiramente, estiver construída sobre a Rocha, a chuva forte não destruirá o seu casamento, mas fortalecerá o caráter do matrimônio. Suportando a chuva e os ventos no relacionamento Na aplicação espiritual, podemos ver que não existe nenhum casamento que fique isento de uma chuva forte. Não estou profetizando desgraça, estou dizendo que se você estiver estrategicamente situado, você não sofrerá prejuízos, mesmo que a chuva venha. Se eu estiver no córrego, serei destruído; mas, se eu estiver posicionado estrategicamente, essa chuva servirá para alimentar a minha casa e trazer saúde para toda a minha família. Quando os problemas vierem, se o casal estiver na Rocha, terá plena segurança. Quando a chuva começar a cair, devo me perguntar: Onde estou no casamento? Onde me posicionei? Onde fiz a minha habitação? Onde fiz meu tabernáculo? Onde fiz o meu templo? Se estivermos na Rocha, Jesus diz que nada acontecerá à nossa família, à nossa casa. Devemos lembrar, porém, que se a chuva de deserto chegar, e você não estiver posicionado, nada ficará de pé, ela destruirá tudo. A casa não pode ser feita na rota dos córregos, deve ser feita nos lugares altos. Quando falamos de rocha, devemos perceber também que a segurança depende do lugar onde está a rocha. Se sua casa for construída embaixo, você estará sujeito a tudo o que vem de cima. A questão de estar na rocha é importante, mas não é fundamental. O fundamental é estar na rocha correta. Seu casamento pode estar sólido, sendo fortalecido nesses dias, mas se você não transportar a sua casa do córrego para o lugar alto, tudo o que melhorar nesses dias poderá se tornar nada. Deus quer nos ensinar mudanças. Mesmo que sua casa esteja construída na rocha, veja se há riscos geográficos. A inteligência da família precisa entrar em operação. A família tem inteligência, porque tem uma alma da aliança. Devemos buscar de Deus o conceito da alma da família para que a família não entre em destruição. Precisamos perceber que a sabedoria de Deus nos ensina a não construirmos em qualquer rocha. A Bíblia diz que aquele homem construiu na Rocha e não em uma rocha qualquer. A rocha do casamento não é o marido, não é a esposa, nem os filhos. Se o casamento é espiritual, precisa ter uma base. A rocha do casamento tem um nome: Jesus. Ele é a Rocha Eterna. Continuando o ensinamento, Jesus diz que os rios trasbordaram. Quando os rios transbordam, eles inundam o que está nos seus limites, nas margens do leito. Jesus ainda fala que os ventos sopraram. Não há construção que fique segura quando os ventos do deserto batem. Tire a sua casa da rota do vento. Quando Jesus falou sobre o vento, todos sabiam que Ele Se referia a um vento impetuoso. O vento não avisa nem pede licença para poder soprar; ele leva tudo. Tire a sua casa da rota do vento e coloque-a sobre a Rocha para que o vento, quando vier, não leve a sua casa. Minha família só será atingida se ela estiver no deserto, pois é no deserto que vem o vento impetuoso. Só Deus pode livrar alguém de uma tempestade do deserto. A responsabilidade de tirar a família da rota do vento é sua. Assim também é sua responsabilidade tirar sua família do córrego de risco e livrá-la da chuva que cai. A casa que está na Rocha não cairá quando a chuva vier, as águas subirem e os ventos soprarem. Nosso casamento não pode viver em situações de risco. Vejamos algumas delas: 1. Discussão Um dos riscos no matrimônio é conservar a discussão e achar que é normal. Há casais que gostam de brigar por tudo, de discutir, e acreditam ser algo natural dentro do matrimônio. Esses estão na beira do rio, e, quando a tempestade chegar, se afogarão. Isso parece simples e sem importância, mas a comunicação nociva é uma base do diabo para afogar o seu casamento. 2. Comportamento de solteiro Outro risco é alimentar no coração um comportamento de solteiro sendo casado. Na hora da discussão, fica dizendo que vai embora. Devemos parar de meninices. Está na hora de tirar a chupeta e a fralda. Aja como um homem e uma mulher casados. Assuma o seu casamento. Devolva a imagem da sua mãe, do seu pai e, se possível, sepulte isso. O comportamento de solteiro no casamento leva o cônjuge a dormir na sala, a bater a porta do quarto com os filhos vendo, a dizer que vai sair de casa. Esses comportamentos não combinam com pessoas adultas que desejam mudar o padrão da nação. Os outros riscos você mesmo descobrirá no seu comportamento. Deus lhe mostrará, pois cada um tem a sua própria área de risco. Tire sua família das margens de risco. Satanás está tramando para destruir seu casamento e quando ele mexe em você, mexe em toda uma nação. Então, vigie! Pessoas dependem de você e esperam que você seja de fato um modelo. Quando Jesus fala sobre transbordar os rios, Ele fala de destruição e perda total dos bens. Quando entramos nesses níveis de risco no casamento, podemos até salvar a família, mas patrimônios vão embora ou deixam de ser acrescentados. Quando passamos o tempo todo concentrados nas enfermidades da família ou de um casamento e não curamos isso, perdemos a bênção de ganhar bênçãos. Quando saramos essas enfermidades, as coisas ficam mais fáceis, o casal consegue conquistar mais rápido. Quando a Bíblia fala de transbordar os rios, soprar os ventos, perder os bens, indica uma catástrofe. Hoje, somos mediadores, ajudadores, que lutam contra as catástrofes, tentando evitá-las tanto para nós quanto para aqueles que estão debaixo da nossa cobertura. Se a nossa família estiver na Rocha, ainda que tudo se perca, há possibilidade de reconstrução. Chegou o tempo de colecionarmos vitórias, porque é o tempo de colocarmos nossa casa na Rocha. Quem coloca a casa na Rocha é um homem sábio. Quando não colocamos nossa casa na Rocha, somos considerados imprudentes, insensatos. Ninguém que é sábio ousa construir a casa na areia, no lugar arriscado. No deserto, há um tipo de areia movediça. Se sua casa estiver no deserto, baseada na areia, ela pode ser tragada. Onde estamos agora nesse contexto? O que podemos melhorar no nosso contexto familiar? Qual a sugestão para voltarmos aos princípios? Deus tem nos proporcionado muito ensino e você precisa entender que ninguém poderá melhorar o seu casamento. O Pastor pode ajudar e orientar, mas a decisão é sua. Os discipuladores podem ser orientadores, mas quem vai decidir é o casal. Jesus hoje decidiu tirar a sua casa da rota de risco e colocá-la na Rocha que é Ele mesmo. Nossa chamada é para que a nossa família esteja estabelecida na Rocha. Precisamos arrepender-nos de não termos vigiado e de termos colocado nossa família na margem de risco. Vamos pedir perdão a Deus e clamar a Ele para que tome nossa família e coloque-a na Rocha.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

ESTUDO DE CÉLULA - 27/01

UMA FAMÍLIA FIRMADA NA ROCHA - PARTE 2
“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha. E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha.” (Mateus 7:24-25) Na semana passada, vimos que o ministério de Jesus é marcado por diversos discursos direcionados às famílias. No Sermão do Monte, Jesus ministrou para muitas famílias ansiosas por uma palavra de vida. Ali, Jesus lhes ensinou que uma casa só pode ser estável se for construída sobre a Rocha. Nesta semana, você compreenderá a importância de conquistar a sua própria casa, colocando em prática o Princípio que você tem ouvido. CONQUISTANDO NOSSA PRÓPRIA CASA Como líderes, precisamos estar curados para curar, e, por isso, estamos recebendo tanto ensinamento. O Senhor quer que sejamos ajudados para ajudar. Assim, nossos discípulos terão direito às suas casas e ressuscitarão sua dignidade. Quando olhamos o estado crítico em que alguns discípulos vivem e não nos importamos, não estamos agindo como discipuladores de excelência. O discipulador serve para ajudar as pessoas a saírem do nível em que estão. Alguns vivem uma vida miserável e não podemos alimentar a miséria deles. Não somos políticos, somos profetas, e, por isso, precisamos tirá-los daquela calamidade com uma palavra de vida. A palavra de vida vale mais do que dinheiro, porque muda caráter, e se o caráter é modificado, as pessoas começam a ter atitudes novas. Precisamos ouvir atentamente o que Jesus quer nos ensinar. O texto mostra inicialmente dois princípios básicos: ouvir e praticar. “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática...” (Mateus 7:24a). A maioria das pessoas que vai à Igreja ainda ouve, mas não pratica. As pessoas gostam de alimentar a mediocridade, de buscar alimentos que reforcem as debilidades da sua alma. Jesus nos desafia a ouvir e a praticar o que ouvimos. Nem sempre é bom e fácil ouvir. Muitas vezes é mais difícil ouvir do que falar. Existem algumas verdades que só ouvimos debaixo da disciplina, mas não queremos ouvir, porque confrontam o nosso caráter. O Mestre não teve um discurso fácil nestes três capítulos (Mateus 5, 6 e 7). Ele fez um confronto e, quando terminou, o povo estava maravilhado, o que significa que o povo estava curado, que recebeu aquela palavra. Jesus foi muito duro nesse discurso, mas era o que o povo precisava ouvir. O discurso profético é difícil de falar, mais ainda de ouvi-lo. Mas, ou você ouve, ou não ouve. Ou você pratica, ou não pratica. Quase ouvir não é ouvir. Muitos dizem que uma parte da Bíblia presta e a outra não. Só presta a parte que me agrada, que alimenta a minha alma, mas aquela que me confronta é horrível. Deus quer nos ensinar que precisamos ouvir e praticar. Quem ouve e não pratica não demonstra sabedoria. Só é sábio aquele que ouve e pratica a Palavra. Ouvir e praticar são princípios de sabedoria que Deus quer inserir em nosso caráter. Os homens que ouvem e praticam são chamados por Deus de homens sábios. O homem sábio é chamado de prudente. A Bíblia indica que um homem prudente é aquele que constrói com base nos princípios. O construtor de princípios é também um construtor de família. Jesus fala da prudência e sabedoria, do ouvir e praticar para justificar casas, famílias. Jesus começa a mostrar contextos altamente relevantes. Um homem e uma mulher prudentes, sábios, são homens que constroem corretamente, não improvisam. A família não é um projeto improvisado, é um projeto construído corretamente. Somos, muitas vezes, acostumados a improvisar tudo. Existem pessoas que improvisam até outra família... O homem prudente tem opções tanto quanto as outras pessoas. Todos têm o direito de andar por onde quiserem, de decidir pela vida ou pela morte diante das opções que são dadas. Vemos que na vida de um homem sábio, que tem muitas opções, a única coisa que o diferencia dos demais é a decisão dele. Ele toma decisões coerentes, maduras, pensadas. Já estudamos que a mulher que não sabe construir sua casa é tola, assim como um homem que não sabe construir também é tolo. Um homem e uma mulher sábios eliminam a possibilidade de construir sua casa num lugar suspeito e decidem construir na rocha. No contexto bíblico, rocha fala de permanência histórica. Construa uma família histórica, para que, ao falarem seu sobrenome, as pessoas tenham boas referências. A Bíblia diz que Deus nos daria um nome que as nações teriam pavor, um nome elevado, nome de honra (Isaías 56:5). Deus quer honrar a nossa família. Assim será com cada um de nós: nossa herança será perpétua na Terra. Construir sobre a rocha é construir perpetuamente. Jerusalém está no mesmo lugar desde os dias de Davi até os dias de hoje. Você precisa construir num lugar que seja permanente. Jesus não está falando de uma mentalidade nômade. Ele diz que devemos fazer uma construção firme. Podemos ver, pelo contexto bíblico, que a nossa construção deve ser firme, permanente e segura. Quando enfatizamos esse tipo de construção, revelamos um caráter de sabedoria. Quando entendemos que a casa é firmada na rocha, estamos no conceito correto da sabedoria de Deus. Quando falamos de casa firmada na rocha, automaticamente, lembramos que há uma permanência histórica familiar, firmeza, e segurança. Jesus, então, começa a falar que caiu a chuva. Imagine o povo sentado e Jesus dizendo que caiu a chuva num país onde chove só quatro vezes durante o ano! Mas o aspecto principal a ser entendido é que nossa família pode estar na rota do córrego, sujeita ao risco. Jesus está dizendo: tire a sua família do córrego; não a sujeite ao risco. Essa parte do ensinamento, fala-nos de duas coisas: a falta de firmeza e a falta de estratégia. Quando Jesus falou que a chuva cairia, sabia o que era uma tempestade de deserto. Gênesis 49:1-4 fala da profecia para Rubem, que era como as águas impetuosas do deserto. Quando chove no deserto, a chuva leva o gado, as ovelhas, as tendas, os servos, tudo aquilo que o nômade tem. Em horas, ele pode ficar sem absolutamente nada. Jesus mostrou que eles estavam construindo em córregos e essa atitude era a assinatura do óbito familiar, pois quando a chuva viesse e as águas do deserto se avolumassem, elas iriam correr e o que estivesse na frente seria levado. A água não pede licença para passar, não avisa quando vai chegar. Quando Jesus diz que a chuva cairia, Ele sabia do que estava falando. Estava mostrando que se a chuva viesse e as águas subissem, se a família estivesse no córrego, no lugar de risco, não sobraria nada dela. Todas as famílias nômades que não fizeram um estudo geográfico antes de colocar as tendas, morreram nas águas impetuosas. Jesus está dizendo que essa chuva não é sinal de maldição, mas é uma chamada para a família ter atenção. Essa chuva pode ser uma bênção para a família, pode tirá-la da vida de deserto, como pode eliminar a família, vai depender da estratégia geográfica que você usar. Continua...

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

ESTUDO DE CÉLULA - 20/01

UMA FAMÍLIA FIRMADA NA ROCHA - PARTE 1 TEXTO: (Mateus 7:24-25)
O ministério de Jesus é marcado por diversos discursos direcionados às famílias. Vemos claramente isso na ministração do Senhor diante de uma multidão no sermão do monte. Ali havia muitas famílias ansiosas por uma palavra vinda de Deus que lhes dessem uma solução para os seus casamentos. A Bíblia está recheada de menções ao assunto família. O primeiro capítulo do primeiro livro da Bíblia, Gênesis, identifica a formação da família. O livro de Malaquias termina falando de restauração da família. O primeiro livro do Novo Testamento, Mateus, começa falando da genealogia familiar. O primeiro discurso de Jesus retratou os princípios éticos e morais, e culmina falando para as famílias. Como consequência disso, começa visitar as casas, as famílias. O último livro da Bíblia, Apocalipse, em seu último capítulo, fala da restauração de uma família chamada planeta Terra. Tudo começou com uma família e tudo vai terminar com uma família. Tudo começou com um casal que gerou uma família e vai terminar em uma família restaurada no Último Adão, Jesus. Isso deixa claro a todos que o discurso de Deus é a família. Jesus, por ordem divina, não era casado, porque era o Messias e não podia ter uma genealogia física. Jesus não teve uma herança na carne para que seu ministério não fosse da carne. A restauração dEle era uma restauração do espírito. Cumpre em Abraão o decreto de Deus de que seriam multiplicadas as famílias da Terra, mas por intermédio do Messias, as famílias seriam restauradas. Abraão veio para multiplicar, o Messias veio para restaurar. Somos descendentes de Abraão, então vamos multiplicar. Já que temos o Messias no coração, por essa herança e aliança, vamos restaurar. Gálatas 3 diz que a mesma semente que estava em Abraão está dentro de nós por intermédio de Jesus para multiplicar e restaurar. Aqui não fala só da multiplicação na carne, mas a multiplicação no espírito. Uma multiplicação na carne tem apenas as questões da carne, mas com a restauração do espírito, colheremos o fruto do Espírito. Casa, templo e tabernáculo - O primeiro casal – Adão e Eva – teve a promessa de que Jesus restauraria a família. Na sequência, temos Noé, Abraão, Moisés, Josué. Você pode perguntar: E Elias? Mas chega ao capítulo 4 de Malaquias, versículo 5, Deus diz que Elias era um profeta da família. A Bíblia diz que nos últimos dias viria uma unção de Elias, uma unção profética só para restaurar casamentos, para converter corações de pais aos filhos, de filhos aos pais, corações de família. Jesus queria ensinar o que é casa no contexto bíblico. Talvez você diga que casa é uma estrutura física formada por algumas paredes bem trabalhadas com um telhado em cima. Essa é nossa interpretação física de casa, mas Jesus ensinava para um povo nômade que morava em cavernas e tendas; um povo que tinha como referência de cidade, Jerusalém, e não tinha intenção alguma de construir casas. O povo vivia em tendas porque quando o lugar passava por algum tipo de escassez, eles se mudavam para outro lugar para buscar suprimento. Então, o público de Jesus era de pessoas que viviam em cavernas, grutas, tendas no deserto. Podemos imaginar o que Jesus queria dizer para a cabeça de um nômade, para alguém que só tinha como referência de família e cidade Jerusalém? Eles tinham realidades distintas daqueles que tinham suas casas e residências fixas. Falar de uma coisa que é conforto para mim e desgraça para o outro é muito fácil. Precisamos falar de coisas que sejam tanto dificuldade para mim quanto para o outro. Jesus fala de uma casa estável construída sobre a Rocha. Ele não diz o tipo de material para a construção da casa, mas dá as pistas dentro do contexto de mentalidade de deserto. Aqueles homens conheciam a mentalidade de deserto e sabiam o que Jesus estava dizendo. Tanto sabiam que ficaram maravilhados com a Sua doutrina. Casa, no sentido hebraico, tem três conotações. Primeiro, moradia em deserto, em cavernas e em habitações de pedras. Segundo, casa tinha o entendimento de tabernáculo. Terceiro, casa poderia ser compreendida como templo. Por isso, o povo ia para o templo com satisfação, porque entendiam que ali era a casa de Deus, que era a casa deles. Precisamos receber essa profecia que a casa de nosso Pai é também a nossa casa, pois somos Seus filhos. Jesus está falando de casa como estrutura física e depois fala que essa estrutura precisa ser habitada por família. Aqui entra o contexto familiar. A meta não é levar a família para o templo, é trazer o templo para a família. A meta não é levar a família para o tabernáculo, é trazer o tabernáculo para a família. A meta não é levar a família para o deserto para entender o que é ser nômade, mas tirar a família de uma habitação insegura e trazê-la para uma habitação firme. O discurso de Jesus não foi improvisado. Ele estava ali materializando a Boa Nova do Pai, dizendo que eles poderiam ter uma casa firme. Ele estava falando de verdades bem próximas a realidade deles. Tudo o que Jesus falava ali entrava no coração. Quando Ele fala sobre o homem sábio e o tolo, aborda a realidade de alguns que sofreram catástrofes, porque não vigiaram com sabedoria. Continua...

terça-feira, 15 de janeiro de 2013